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Repórter: Sidney Silva
Publicação: 24/10/2019 18h31
Atualização: 18h58

Os atletas da equipe do Brusque Basquete/FME estiveram na Unifebe na quarta-feira (23) para participarem de uma ação em parceria com o curso de Psicologia da instituição de ensino. Na oportunidade, eles conversaram com alunos da décima fase e tiveram a oportunidade de contarem um pouco do dia a dia como atletas e também da rotina de vitórias e frustrações do esporte.

Conforme explica o professor do curso de Psicologia da Unifebe, André Luiz Thieme, a ação faz parte de uma prática vivenciada pelos estudantes dentro da disciplina de Psicologia do Esporte. “A ideia veio de trabalhar dentro da disciplina de Psicologia do Esporte, que é uma das possibilidades de trabalho dentro da Psicologia, com os acadêmicos que, ao longo do curso, não tem contato direto com o esporte”, observa.

Ele ressalta que é uma área de muitos desafios e que, a partir disso, os profissionais passam a ter visão de como os atletas lidam com as situações dentro do esporte. “Isso permite que a gente construa uma proposta de consultoria da Psicologia do Esporte, também com viés de profissionalização destes alunos que estão concluindo o curso. É importante que eles tenham noção de como seria esse trabalho, desde uma avaliação inicial à verificação de pontos em que é necessário o atleta trabalhar e seus comportamentos”, diz.

Além de atletas do basquete, também participaram da iniciativa representantes do tênis de mesa, beach tennis e voleibol. “Depois, vamos conversar, entre os alunos, para identificar semelhanças e diferenças de cada esporte. A ideia é gerar um relatório geral da equipe e encaminhar para os técnicos e responsáveis”, comenta Thieme.

Técnico do Brusque Basquete, Alexandre Rocha, o Bicudo, ressaltou a importância da iniciativa para os jogadores. “Desde o primeiro momento, tanto eu quanto o professor André, pensamos nesta parceria, primeiro porque a Unifebe nos apoia há vários anos, e a gente achou de suma importância essa questão da Psicologia no Esporte. A gente sabe que lidamos com grupo novo, que psicologicamente não é tão forte, às vezes, como a gente gostaria que fosse. Acho que isso será de suma importância para nós”, comenta.

Segundo Bicudo, a ideia é estender essa parceria, para que os atletas eventualmente possam ser acompanhados por profissionais a partir do ano que vem. “Quem sabe, no Campeonato Brasileiro, a gente possa ter alguns alunos acompanhando a equipe, pelo menos uma vez por semana, ajudando nosso time a se fortalecer cada vez mais”, finaliza.



Sidney Silva

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