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Colunista: Luiz Gianesini
Publicação: 23/09/2019 13h39

entrevistado desta semana é o Auxiliar de Serviços Gerais (concurso 1997) e árbitro na Fundação Municipal de Esportes, Ariberto Batista, popular Betinho Batista, nascido em Brusque aos 12.04.1957; filho de Manuel F. Batista e Isaura Batista; companheira Sônia Maria Fidelis; filhos: Jussara, Jeferson, Jonathas e Júnior. Torce para o mais querido da Pedro Werner, para o Mengo e para a Portuguesa de Desportos.

Histórico escolar?

Fiz o Primário na Padre Lux e o ginasial, dois anos, no Honório Miranda e dois no São Luiz.

Primeiro/a professor/a?

Dona Felomena

Grandes professores?

Oli Rodrigues, Tanja, Celso Westrupp, Dona Neli, Dona Júlia, Jaci, Izaias e Glair Knihs (Beto)

Como conheceu a Sônia?

Conheci a Sônia em Bailes.

Equipes em que atuou?

Iniciei no México 70, fui para os infantis do Paysandu, depois para os juvenis, e em seguida para os profissionais, onde permaneci até os idos de 1980. Depois parei com o profissional face as dificuldades em conciliar o futebol com o emprego, treino, jogos, estudo, viagem com a equipe, tendo então iniciado com equipes amadoras: Credivappe, São Paulo, Paquetá, Guarani, Dom Joaquim, Portuguesa (Pubi Amorim), 10 de junho, Santos Dumont, Santa Luzia, Cruzeiro do Sul que depois passou a ser o Olaria, Amazonas (Paquetá), Caçador, Serrinha, Associação Schlosser e Humaitá (Nova Trento).

Só futebol?

Não, também futebol de salão: Credivappe, Maico (Lídio Testoni) Estofaria Lana (Jair), Floresta, CME de Brusque, Guabiruba e Botuverá  e, também no Moitas de Ituporanga

Posição em que atuava?

Atuei em diversas posições, mais notadamente como lateral e volante.

Grandes Atletas?

Pelé (Vasquinho), Nica Ristow, João Tachini, Jair Silva, Henrique Heckert, Mica Matiolli e Adilson, popular Pelé (Credivappe).

Grandes dirigentes?

Na equipe esmeraldina da Pedro Werner:: Arthur – Polaco - Jacovicz, Nelson Gehrad Appel, Darcy Pruner, Dorval Vieira, Danilo Rezini, e no Guarani: Dunga e Jorge Bianchini; no Santos Dumont: Paulico Coelho; e na Credivappe: Adilson Martins e destacaria na Schlosser o Vilmar Domício de Souza

Grandes árbitros:

Valmir Rensi, o Bigo, João Dalago e Antônio Pereira, popular Quico.

Títulos?

Entre outros: Campeão na Liga pelo Schlosser, 10 deJjunho e Guarani e na AFAB: na Credivappe, Paquetá e, o título de campeão municipal de Guabiruba com a jaqueta do 10 de Junho. Também levantamos o caneco de campeão com o Serrinha pela OCAB e, ainda, campeão de Futebol de Salão -   Brecheiros - pelo Moitas, de Ituporanga

Vitória memorável?

Foi a decisão da Liga em 1985, quando atuando pela Schlosser vencemos o 10 de Junho no estádio Cônsul Carlos Renaux, em partida apitada por João Dalago.

Gol inesquecível?

Foi o gol em penalidade máxima na decisão da Liga entre Schlosser e 10 de junho, quando vencemos por 5 a 4, após 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação. Bati o último pênalti.

Derrota que ficou atravessada?

Foi a derrota com a jaqueta do Humaitá contra o Tiradentes quando vencíamos por 1 a 0 e lá pelos 40 minutos da etapa derradeira o Tiradentes virou o placar.

Por que o futebol amador perdeu a graça?

É que as equipes mais fortes foram investindo em atletas e as equipes com menos recursos acabaram por desistir de participar por não poder manter-se no mesmo patamar.

Grandes Nomes?

Na medicina: José Celso Bonatelli (in memoriam), Dr Jonas O. Paegle, Humberto Eto, Paulo Copini;
odontologia: Jorge Scherem, Délvio e o saudoso Dr Bilo; religiosos: Padres Pedro, Nei e Valentim (Azambuja); empreendedores: Lídio Testoni, Ciro Marcial Roza, Adilson Martins e Max Roberto Rebelo (Placas)

Um resumo de suas atividades profissionais até aqui?

Iniciei na Fundição Hércules, onde permaneci por aproximadamente um ano e meio; em seguida, Fênix como puxador de rolo, emendador e tecelão por uns 6 anos; na Credivappe como cobrador por um ano e meio; na Schlosser como tecelão em teares Ribeiro ; na Ciro Malhas, Varginha, tecelão em teares circulares de malha, por um ano e meio; na Indusul como talhador/programador, também por cerca de um ano e meio; então coloquei um bar com cancha de bocha em Balneário Camboriú, onde permaneci por 5 anos, quando então ingressei na Prefeitura (Concurso 1997), sendo que em 99, fiquei a disposição da 17ª Ciretram, atuando como vistoriador até 2013, quando fui para o Parque das Esculturas, sendo que em 2015 fui para a Fundação Municipal de Esportes, em que permaneço até hoje.

Costuma ler jornais?

Leio, mas não diariamente.

Sobre o que mais gosta de ler?

Gosto de ler sobre história.

Qual a leitura/filme que mais gostou?

A Lista de Schindler



Luiz Gianesini - Coluna Personalidades do Esporte

Nascido em Brusque, em 8/10/1948, Luiz Gianesini é filho dos saudosos Evaldo e de Ida Maria Boni Gianesini. Já escreveu suas crônicas em diversos jornais. Em EsporteSC, conta quinzenalmente a história de celebridades que marcaram época no esporte E-mail para contato luizgianesini11910230240324088@1910230240323259gmail.com.