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Colunista: Luiz Gianesini
Publicação: 03/04/2020 12h13

O entrevistado desta semana é o ex-atleta Esmael Cardoso, popular Samuel, irmão do saudoso Edison Cardoso; nascido em Brusque aos 06 de março de 1947. Torce pelo Botafogo (RJ).

Como surgiu o apelido Samuel?
Foi por um equívoco na certidão de Batismo. Como curiosidade, quando fui pegar a certidão de casamento na igreja, não localizavam a certidão pelo nome, então falei: Dê uma olhada em Samuel - localizaram

Atuou por quais equipes?
Vesti as jaquetas do Getúlio Vargas, Santos Dumont (com o Santos Dumont fomos campões da Liga), Santa Luzia e Sete de Setembro no futebol amador e do  C. E. Paysandu e C. A.Carlos Renaux, nos profissionais.

Posição?
Atuei como lateral direito

Lembra do gol mais bonito que marcou?
Sim foi quando atuava no futebol amador com a jaqueta do Santa Luzia - matei no peito passando pelo goleiro só com a matada no peito. 

Vitória memorável?

Foi num clássico entre Renaux e Paysandu, atuando pelo Renaux, no estádio Augusto Bauer, quando vencemos por 1 a 0, gol anotado pelo Britinho.

Derrota que ficou atravessada?
Foi a derrota numa partida contra o Figueirense, no Orlando Scaperlli, pelo Campeonato Catarinense. Partida apitada pelo Alvir Rensi, numa jornada pouco feliz do árbitro.

Grandes Atletas com quem atuou?
Entre outros, destacaria: Britinho, o saudoso Edison Cardoso, Luiz Everton e Mica. No amador citaria: Nica, Osmar, popular Nene, Marcola, Davi Casqueiro e Calóca

Quanto tempo atuou  com a jaqueta do tricolor brusquense e com a alviverde?

Aproximadamente uns dois anos.

Grandes treinadores:
Cito dois: Pímentel e Esnel.

Grandes Árbitros?
Destaco o Alvir Rensi e Clésio Moreira dos Santos, popular Margarida

Grandes Dirigentes?
Destaco o Dr Aurinho Silveira de Souza e o saudoso Dr Bilo

O futebol amador perdeu a graça?
Não diria que perdeu a graça. Só quem acompanha o futebol amador sabe quanto é prazeroso jogar na várzea.

Alguns fatos marcantes?
Tem várias... como a do Mão de Onça, quando presidiu o Aymoré de Guabiruba, ao ser chamado na Liga por bater num juiz de futebol, o Maurici, ele disse “Ó eu só dei um tapinha porque ele é meu primo”.

Outra foi quando o Paysandu se licenciou, fomos em 9 jogar em Major Gercino, e num determinado fim de semana fomos em duas turmas para lá, uma já foi sábado e a outra só no domingo. A turma que foi comigo, uns cinco, quando retornávamos, numa curva acentuada, a Rural do Maurici caiu numa ribanceira. O Maurici dizia ai... ai... foi quando o saudoso goleiro Pinto pergunto ou que foi Marici? Ele retrucou ai... ai... lá foi meu capital!

Além do futebol de campo atuou em outras modalidades?
Sim, no futebol de Salão, tendo atuado em Jaraguá do Sul, por seis meses, na  equipe da VW concessionária de veículos.



Luiz Gianesini - Coluna Personalidades do Esporte

Nascido em Brusque, em 8/10/1948, Luiz Gianesini é filho dos saudosos Evaldo e de Ida Maria Boni Gianesini. Já escreveu suas crônicas em diversos jornais. Em EsporteSC, conta quinzenalmente a história de celebridades que marcaram época no esporte E-mail para contato luizgianesini12006041443481051@2006041443489682gmail.com.