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Colunista: Luiz Gianesini
Publicação: 15/05/2020 14h19

O entrevistado desta semana é o ex-atleta Moacir Maurici, nascido em Brusque aos 17 de janeiro e 1944; cônjuge: Vera; um casal de filhos: Moacir Júnior (Karen Schram) e Alessandra (Alex Campos); um neto: Pedro Henrique (Moacir Jr e Karen). Torce para o C.A. Carlos Renaux, Corinthians Paulista e Fluminense (tricolor das laranjeiras)

Em que equipes atuaste?

Atuei pelos juvenis do C.A. Carlos Renaux, juvenis do C.E. Paysandu, Vasquinho (Rua Nova Trento), Getúlio Vargas, Fluminense e Cruzeiro.

Em que posição?

Lateral Direito e Centroavante 

Qual era seu forte?

Bater faltas e penalidades máximas

Uma vitória inesquecível?

Foi numa partida de honra contra o Dom Bosco, de Itajaí, quando vencemos por 7 x 2, tendo anotado 5 gols, os outros dois, foram marcados pelo Neu Lunardelli.

Gol memorável?

Tenho como memorável os 5 gols marcados na citada vitória por 7 x 2 e os 36 gols anotados, também contra o Santa Luzia, atuando pelo Cruzeiro, numa partida em que eu e o saudoso Osmar Ristow, popular Nene Ristow, batemos alternativamente, tendo o Nene Ristow perdido a trigésima sexta batida da penalidade máxima.

Derrota que ficou atravessada?

Foi envergando  a jaqueta do Cruzeiro, no estádio do Santa Luzia, quando perdemos por 4 x 1.

Grandes atletas daquela época?

Entre outros destacaria o saudoso Pelé (do Vasquinho e Floresta0, Rubens Quindóta e seu irmão Riquinho

Grandes treinadores?

O saudoso Mário Vinotti e o Sr Lunardelll, cujo primeiro nome esqueço no momento  (técnico do Cruzeiiro).

Grandes Arbitros?

Cito como o melhor árbitro o Alvir Rensi, popular Bigorrilho

Grande alegria?

Foi ter sido convocado por Alvir Rensi - responsável pelas convocações -  para atuar na seleção amadora de Brusque para enfrentar os juvenis do C.E.Paysandu, partida esta que vencemos por 4 x 2.

Uma Tristeza?

Ver esquipes tradicionais em nossa época terem deixados de patrocinar o futebol: Guarani, São Paulo, São Luiz, 14 de Junho  (Bateas), Fluminense, Nacional, Paraíso, Cruzeiro, Vasquinho (Rua Nova Trento), Floresta, Guabirubense ....Botafoguinho do Sr João ...

O que vale lembrar?

Ah, forma várias passagens:

Quando atuava pelo Vasquinho íamos atuar na Santa Luzia e Zantão de ônibus, carregados  com torcedores;

Termos vencido, em meados da década de 60, a taça Prefeito Ciro Gevaerd, atuando pelo Getúlio Vargas;

O meu saudoso pai, Antônio Maurici, transportando os atletas do Cruzeiro, numa Kombi e pagando engradado de cerveja após as vitórias;

As partidas entre o Fluminense – uma grande equipe - e o Caveira, equipe esta com atletas badalados;

Em dezembro de 1971, estando eu internado em Itajaí, com problemas pulmorares, a chegada lá Miro Pauli e Vilsinho Batisti e mais um que não recordo o nome, solicitando o material do Cruzeiro, para continuar com o Cruzeiro na ativa... entregamos tudo: camisas, caixa de primeiro socorros, bolas, redes .... jogaram duas partidas e pararam.

O Fluminense era ali do Centro? O que lembras da equipe e dirigentes

Lembro do Onildo Debrassi, popular Pinto, do Lamim, Belão,  os 3 irmãos Manguilhotte: Wálter, Manga e Piririca e o Saulo Tavares

O que faz Moacir Maurici hoje?

Hoje temos o Empório de congelados Moacir Maurici

                          

     



Luiz Gianesini - Coluna Personalidades do Esporte

Nascido em Brusque, em 8/10/1948, Luiz Gianesini é filho dos saudosos Evaldo e de Ida Maria Boni Gianesini. Já escreveu suas crônicas em diversos jornais. Em EsporteSC, conta quinzenalmente a história de celebridades que marcaram época no esporte E-mail para contato luizgianesini12006041600573579@2006041600572751gmail.com.