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Colunista: Luiz Gianesini
Publicação: 02/10/2020 14h29

O entrevistado desta semana é Valmor José Vechi, conhecido  Juca Vechi; nascido em Brusque aos 17 de março de 1958; filiação Irene Maria Moritz Vechi e Gregorio Walmor Vechi

Torce para que equipes?

Sempre fui torcedor do CACR, Santos e Vasco, porém com a criação do Brusque Futebol Clube aprendemos a torcer pela equipe da nossa cidade, que por sinal atravessa um momento glorioso e tomara que continue nesse caminho.


Como foi sua trajetória esportiva?

Inicialmente gostaria de informar, que sempre fui atleta amador e que a grande maioria do tempo joguei futebol de salão, hoje Futsal.

No salão joguei em diversas equipes e na seleção de Brusque em diversos jogos abertos.

A equipe da Casa Avenida (juvenil) fomos tri campeões da cidade e tínhamos uma equipe muito forte, formada por Ganso (goleiro), Juca, Diquinho Appel, Assis, e o pivô se revezavam Mauro e Jorge Cherem.

Com esta base posteriormente formamos muitas outras equipes, como 

escritório Hadir, Jornal O Município e disputamos muitos campeonatos municipais.

Na época de juvenil disputávamos também campeonatos estaduais, promovidos pela FCFS, sempre com boa participação.

O que lembra como positivo dessa época?

Nesta época o grande treinador do juvenil do CACR, Afonso Schmidt, acompanhava diariamente os jogos na Fideb e por diversas vezes me convidou para jogar de Centro avante na equipe juvenil do CACR, acredito ter sido em 1974 e joguei com ele e depois com o saudoso Mário Vinotti até que a idade permitiu.

Atuou em que equipe do futebol amador?

Depois fui convidado para jogar também como centro avante, na equipe do Sete de Setembro, do bairro Zantao, onde joguei por cinco ou seis anos. Era uma equipe muito forte, liderada pelo saudoso Osmar Ristow, técnico Hélio Severino e presidente Bartolomeu Siegel.

Equipes tradicionais na época?

Disputávamos o campeonato municipal promovido pela LDB, contra outras tradicionais equipes: Angelina, América, Guarani, Paquetá, Cedrense e especialmente a equipe que também era muito forte na época do Brilhante.

Títulos?

Jogando pelo Sete de Setembro, conseguimos ser campeões e vice em dois anos consecutivos e nas duas oportunidades enfrentando na final a equipe do Brilhante no estádio Augusto Bauer com grande plateia assistindo aos jogos.

Gol inesquecível e vitória memorável?

No ano em que fomos campeões, vencemos o jogo por 1x0 com gol anotado por mim. Acredito que tenha sido o gol mais importante de minha carreira.

Derrota que ficou atravessada?

No ano seguinte, perdemos a final na disputa de pênaltis e acho que esta foi também minha maior frustração como atleta.

Treinador

Destacaria aquele que me levou para jogar no juvenil do Renaux: Afonso Schmidt

O que ressalta da época?

Acredito muito que o mais importante em todo este tempo dedicado ao futebol, não foram as vitórias ou as derrotas mas inquestionavelmente o grande número de pessoas e amigos que conheci e até hoje procuro preservar.

Foto: Amplitude Comunicação



Luiz Gianesini - Coluna Personalidades do Esporte

Nascido em Brusque, em 8/10/1948, Luiz Gianesini é filho dos saudosos Evaldo e de Ida Maria Boni Gianesini. Já escreveu suas crônicas em diversos jornais. Em EsporteSC, conta quinzenalmente a história de celebridades que marcaram época no esporte E-mail para contato luizgianesini12010311348596612@2010311348595784gmail.com.