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Colunista: Luiz Gianesini
Publicação: 28/02/2020 18h26

O entrevistado desta semana é o goleiro do Brusque F.C., Zé Carlos; nascido em Criciúma aos 09 de setembro de 1985. Torce pelo Criciúma e Flamengo 


Como surgiu o futebol em sua trajetória?
Surgiu desde pequeno. Sempre amei futebol. Meu pai e minha avó me incentivaram muito pra que esse sonho se realiza-se, e isso aconteceu. Mas antes de ir ao gol eu era atacante na escolinha do Próspera.


Equipes em que atuou?
Atuei pelo Criciúma, Avaí, Paraná, Oeste, Boa Esporte, Paysandu, Asa, Tubarão, Fast, Itumbiara, Santo André, Marcílio, Londrina, Concórdia, Camboriú e Brusque,

Como surgiu o Brusque F.C. em sua carreira ?
Foi um convite em 2016 do professor Mauro Ovelha. Ele me ligou. Eu tinha outras situações, mas preferir vir ao Brusque F.C. porque um ano antes eles me disseram não, então vim mostrar que eu não era mais aquele menino que só queria farra, essas situações, e deu tudo certo. Não subimos, mas mostrei meu caráter para eles e a pessoa que tinha me tornado.

Por qual equipe estava atuando?
Estava vindo do Santo André

Títulos conquistados?
Catarinense em 2005 com o Criciúma; em  2010 com o  Avaí, Brasileiro Série C em 2006 com o Criciúma. Paraense 2013 (Paysandu), Paulista Série A1, em 2016, com o Santo André, Catarinense Série B 2017, com o Concórdia. Com o  Brusque: Série D 2019, Copa SC e Recopa Catarinense em 2020.

Sobre o incômodo no ombro se deve a todos esses canecos levantados entre 12 possíveis?
Sobre o ombro é uma brincadeira que fizeram, mas fico feliz por ter conquistado esses títulos, dando alegria ao torcedor do Brusque.

Como foi a participação na CBF, juntamente com o Danilo Rezini, representando a equipe, no mês de janeiro?
Foi magnifico, momento único, e história pra contar em nossas vidas. Ver você ali, com todas aquelas pessoas importantes, e você está ali subindo e recebendo aquele troféu, foi perfeito, não somente pra mim, mas para a história do Brusque. A humildade de saber que somos um time pequeno, em ascensão no cenário brasileiro. Sem humildade, comprometimento com o clube, e com a cidade, as coisas não vão pra frente, e isso está dando certo. Além de profissionais, temos uma relação muito boa com a torcida e a cidade.

Grandes goleiros?
Helton, ex-goleiro do Vasco, e Rogério Ceni  -  Minhas duas inspirações.

Grandes treinadores?
Treinador, todos que passei aprendi sempre algo de valor, então não poderia deixa alguém de fora.

Grandes Dirigentes?
Citaria: Carlos Arine, Moacir Fernandes, Zunino e Danilo Rezini. (Santo André, Criciúma, Avaí e Brusque)

Grandes árbitros?
Destacaria: Rafael Claus e Paulo César de Oliveira 

O Brusque F.C tem elenco para tentar conquistar o estadual de 2020?
Todos os times entram para conquistar, se tem time vamos demonstrar durante a competição. O Campeonato Catarinense é um dos mais difíceis do Brasil. Não e nada fácil, mas vamos à luta atrás de nosso sonhos.

Como você se sentiu ao partir para bater a penalidade que daria o título inédito ao Brusque F.C na Série D?
Me senti super tranquilo naquele pênalti. Estava com o coração leve sabe, sabia que ia dar certo, e deu. Graças a Deus fomos campeões.

Qual a vitória inesquecível?
Foi no jogo final atuando pelo Criciúma, contra a equipe do Vitória, em 2006, quando vencemos, tendo sido o gol feito por mim em cobrança de falta.

 Qual a derrota que ficou atravessada?
Também atuando pelo Criciúma, quando fomos derrotados pelo Figueirense, na final do Catarinense 2008, na prorrogação.



Luiz Gianesini - Coluna Personalidades do Esporte

Nascido em Brusque, em 8/10/1948, Luiz Gianesini é filho dos saudosos Evaldo e de Ida Maria Boni Gianesini. Já escreveu suas crônicas em diversos jornais. Em EsporteSC, conta quinzenalmente a história de celebridades que marcaram época no esporte E-mail para contato luizgianesini12006041537227275@2006041537226446gmail.com.