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Colunista: Sidney Silva
Publicação: 26/01/2020 21h25

O Brusque não foi tão intenso como foi contra o Marcílio, tampouco foi melhor que o Joinville ou mereceu a vitória como ocorreu em Itajaí. 

Mas se não deu na técnica, a equipe mostrou muita raça para vencer uma batalha que parecia perdida.

Quando o JEC fez 4 a 2, a impressão é de que os três pontos já haviam ficado pelo caminho. Mas o time foi heróico, diminuiu com Edu (31/2°T), buscou o empate com Thiago Alagoano (46/2°T) após ótima jogada de Alex Sandro e conseguiu a virada épica quatro minutos depois, com ele novamente, Edu. O artilheiro mostrou que não precisava fazer um bom jogo para decidir.

Prós e contras 

O Bruscão voltou a falhar muito no setor defensivo. Aliás, um time que leva quatro gols em casa tem que ligar o alerta. A dupla Ianson e Dida esteve mal, com falhas diretas em pelo menos dois gols. Pela direita, Edilson e João Carlos sofreram muito com o rápido ataque do JEC. Foi por ali que Gustavo marcou o terceiro gol. Quem se salvou em meio ao quinteto defensivo foi Airton, que apoiou com segurança e participou de dois gols do Bruscão, o primeiro e o quinto.

No meio, o Brusque ainda apresenta lentidão. Thiago Alagoano ainda pode render mais, porém tem jogado muito fora de posição, tendo que vir propor o jogo ou caindo pelos lados. Tem melhor desempenho quando chega de trás, municiando o ataque ou aparecendo como elemento surpresa na finalização. Quando tem espaço é diferenciado.

Marco Antonio, na frente alterna altos e baixos, é outro que pode evoluir, junto com o Brusque que ainda tem bastante coisa pra corrigir. Por enquanto, foi na raça. Méritos também para Jersinho, que teve estrela nas alterações. 

Foto: Lucas Gabriel Cardoso/BFC



Sidney Silva

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